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Saiba como fazer a escrituração fiscal de forma prática e correta

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  • 04/12/2018

Saiba como fazer a escrituração fiscal de forma prática e correta

Apesar de a escrituração fiscal ser um ato rotineiro para o contador, trata-se de uma atividade complexa e que pode ser realizada de diferentes formas. Muitos profissionais, principalmente os novos, têm dificuldades na prática.

Se você quer expandir seu conhecimento sobre o tema e solucionar dúvidas sobre a medida, continue a leitura desta publicação e entenda a sua importância, as formas de escrituração e as melhores dicas para fazê-la!

A importância da escrituração fiscal para a empresa

A escrituração fiscal é um conjunto de obrigações de lançamento e apurações de impostos que devem ser transmitidos à Fazenda Pública, autoridade fiscal. Entre os tipos de informações enviadas estão as movimentações, os faturamentos, os impostos a serem pagos, os serviços tomados e prestados, entre outros.

Essa é uma atividade obrigatória para uma grande parte das empresas. As penalidades pelo descumprimento da escrituração estão previstas nas legislações federais, estaduais e municipais. Faz-se fundamental que sejam consultados profissionais do ramo ou realizados cursos especializantes sobre escrituração fiscal para evitar as sanções.

As diferentes formas de escrituração fiscal

Percebe-se que a escrita fiscal deve ser observada com a devida seriedade. Porém, para fazê-la corretamente, é essencial que o profissional conheça as diferentes formas de escrituração. Confira-as abaixo.

Manual

A manual é realizada por meio de livros e registros físicos. Aqui, é necessário usar materiais físicos, como papéis, tintas e canetas, realizar cálculos manualmente e também despender capital com impressões e envios dos documentos aos órgãos fiscalizadores.

Esse formato está deixando de ser utilizado de forma gradativa pelas empresas brasileiras em razão do desenvolvimento da tecnologia.

Eletrônica

Conhecida como Escrituração Fiscal Digital (EFD), todas as informações interessantes à Receita Federal e aos demais órgãos fiscalizadores serão transmitidas pela internet.

Esse é um módulo do Sistema Público de Escrituração Digital (SPED) e tem como finalidade promover a agilidade e simplicidade da escrituração pelas empresas, como também aprimorar a fiscalização pelo Fisco.

Nesse procedimento, o contador produz um único documento que unifica os livros fiscais da empresa. Esse documento é assinado digitalmente por um Certificado Digital, que garantirá validade jurídica à assinatura para documentos digitais, e enviado ao sistema SPED.

As dicas de como realizar a escrituração

Como a escrituração eletrônica ainda é uma novidade para muitos contadores, eles podem se atrapalhar no momento de fazê-la, o que pode trazer prejuízos ao negócio. Para evitar esse problema, confira algumas dicas de como fazê-la corretamente.

Organizar os documentos

Os documentos devem ser organizados de acordo com sua natureza, então, crie categorias relacionadas ao setor e utilize um sistema que facilite sua rápida recuperação, assim, você conseguirá consultá-los rapidamente nos momentos em que for necessário. Veja algumas dicas de como organizá-los:

  • estabeleça padrões de organização;
  • defina o local que reunirá todos os arquivos;
  • acompanhe o processo de arquivamento;
  • invista em uma ferramenta de gerenciamento que automatize a organização, já que isso reduz o trabalho manual e eventuais erros.

Registrar todas as informações

É fundamental que o contador conheça todas as informações que devem estar contidas no arquivo digital a ser enviado ao SPED. Entre elas, estão os livros de fiscais, que são os registros de:

  • entradas;
  • saídas;
  • inventário;
  • apuração do IPI;
  • apuração do ICMS.

Além disso, também é preciso enviar as obrigações acessórias:

  • Sintegra;
  • informações fiscais e de inventário da Instrução Normativa n.º 86/01;
  • Manad.

Utilizar um software de gestão

Atualmente, existem softwares de gestão fiscal e contábil que trazem muitos benefícios à escrituração fiscal. É importante não confundir essa tecnologia com simples planilhas no Excel e relatórios no Word. Essas plataformas garantem benefícios, como:

  • automação de atividades burocráticas;
  • produção de relatórios detalhados;
  • integração entre sistemas da empresa;
  • apuração precisa e rápida dos impostos;
  • integração com sistema do governo;
  • minimização de falhas humanas, como atrasos e erros matemáticos;
  • criação do documento facilitado;
  • entre outros.

Efetuar corretamente a escrituração fiscal é excessivamente importante para não acarretar multas e processos administrativos para a empresa. Por essa razão, além de seguir as dicas acima, é recomendável que sejam realizados cursos na área fiscal para se aprofundar no assunto.

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Tags: EFD, SPED, Instrução Normativa n.º 86/01



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